Você já quis fazer alguma pergunta para orientadores e alunos de iniciação e pós-graduação?
Entrevistei integrantes do CBTC (Centro de Biotecnologia e Terapia Celular) e do Gurgel Lab, que são associados ao IDOR (Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino)
Vamos conhecer agora o Roberto de Souza Batista dos Santos, biomédico e recém mestrando no programada PGPAT (Programa de Pós-Graduação Patologia Humana), que ocorre em formato associativo entre a Faculdade de Medicina da Bahia - UFBA e FIOCRUZ.
É possível conhecer mais sobre a carreira do Roberto através do seu currículo: http://lattes.cnpq.br/1723411440623079
1. Roberto, quais eram seus planos no início da graduação e o que te motivou a seguir no caminho da pesquisa e pesquisar essa área?
R: Entrei no meu curso de graduação com o objetivo de ser pesquisador e fazer ciência.
2. Você pode explicar sua pesquisa/seu trabalho de forma simples para quem não é da área? Qual o impacto que ela pode ter na ciência ou na sociedade?
R: Trabalho com oncologia e com reposicionamento de medicamentos. Basicamente eu e minha equipe tentamos baratear os custos da quimioterapia com medicamentos que já estão aprovados e que podem ter um melhor resultado enquanto tratamento quimioterápico.
3. Como você lida com frustrações na pesquisa, como experimentos que não dão certo?
R: Com resiliência e sabendo que nem tudo são flores.
4. Como você lida com a pressão acadêmica? (prazo de artigos, expectativas profissionais, falta de financiamento, competitividade do mercado, etc.)
R: Com terapia.
5. O que mudou na sua visão sobre pesquisa desde que entrou na IC/pós-graduação?
R: Que é mais fácil fazer pesquisa quando você tem apoio financeiro familiar ou conjugal. É uma área linda!! Mas que os frutos só vêm com o tempo e com dedicação.
6. Que conselho você daria para quem quer seguir uma pós-graduação?
R: Procurar grupos de pesquisa bem estabelecidos, traçar um plano de carreira e ser realista com a pesquisa no Brasil.
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